Telú, persona telúrica

16.9.16 Anahy Britto 0 Comments

Nesses últimos dias tenho deixado a mente vagar um pouco entre pensamentos de leveza e sentimento de pertencimento, em especial o de pertencer ao lugar de origem, ao universo, ao clã familiar, ao clã fraterno da humanidade.
Dessas divagações nasceu uma persona: Telú (de telúrica, de telluricus ' pertencente à terra'), um ser humano desprovido de artificialismo, de necessidades de ter o extraordinário. Movido muito mais pela necessidade de ser. Ser amigo, ser fiel, ser sincero, ser simpático, ser resiliente, ser cooperativo...ser bom e amar o seu lar (Terra). Isso é lúdico? Bobo?
Bobo é tentar parecer pior do que se é, apenas pra seguir um "cardume" sem rumo e depressivo que vive a dualidade constante de querer e alegrar-se, possuir e deprimir-se, tendo seus dias consumidos nesse ciclo medíocre e destruidor... bom mesmo é ser feliz agora, fazer a vida melhor a g o r a! Cuidar, cuidar-se; ser apenas gente querendo ser gente.
Prefiro a sinceridade e alegria de viver, inatas do ser humano em suas primeiras fases de existência nesse planeta azul, a esses tantos "quereres aborrecidos"!
Telú 'nasceu' enquanto eu fazia cruzadinhas e, há mais de uma semana, vem povoando os papéis que passam distraídos pela minha frente, inclusive as páginas da própria revista de cruzadas. Ela pula daqui, pula dali... hoje ela pulou pra um prato de porcelana também!
Apresentando: TELÚ


 Um abraço de luz,







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